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Desligar ou não o computador? 0

ago24

É verdade que deixar o computador ligado aumenta sua vida útil?

Desligar o Computador

Desligar o Computador

Você já deve ter se perguntado se o ato de desligar o computador realmente contribui para aumentar a vida útil da máquina. Se pesquisou pela Internet ou perguntou para algum técnico deve ter encontrado diversas respostas contraditórias. Afinal, o que é melhor: desligar o PC ou deixá-lo ligado o tempo todo? Veja abaixo alguns motivos que podem responder à esta pergunta.

Por que desligar?

Existem alguns motivos para que você desligue seu computador de noite e só ligue novamente no dia seguinte:

1) Salvo os HD feitos especificamente para servidores, o mecanismo dos discos rígidos não foi desenvolvido para trabalhar continuamente.

2) Os sistemas operacionais, principalmente o Windows, realizam procedimentos importantes durante os atos de ligar e desligar o computador.

3) Computadores consomem energia, assim, desligar a máquina é uma maneira de economizar com a conta de luz.

4) O superaquecimento de um PC pode fazer com que os componentes queimem ou ocorra um curto-circuito. Se o ambiente em que o computador se encontra for quente ou mal ventilado é provável que a máquina esquente se ficar muito tempo ligada.

Por que deixar ligado?

Há também vários argumentos para que você deixe seu computador ligado o tempo todo:

1) O ato de ligar e desligar os PCs pode causar o desgaste acelerado de alguns componentes, principalmente coolers e HDs.

2) Muitos erros causados pelos sistemas operacionais podem ser evitados se o computador ficasse sempre ligado, pois muitas vezes é no ato de desligar a máquina que alguns arquivos são corrompidos, causando erros antes inexistentes.

Quem está certo?

Especialistas de grandes empresas como HP e Seagate dizem que não há grandes problemas em deixar o computador sempre ligado. “Se você não se importa com o consumo de energia ou com o carbono liberado, não há grande problema em deixar seu PC ligado”, diz Ken Bosley, veterano no Grupo de Sistemas Pessoais da HP.

É fato que deixar o computador ligado diminui um pouco a vida útil do aparelho, mas é mais provável que você aposente seu PC por ele estar ultrapassado do que por estar “gasto” de ter ficado ligado por muito tempo.

Museu do Computador exibe peças raras em evento no RJ 0

ago18

O Circuito de Informática e Tecnologia 2009, realizado na Marina da Glória, zona sul do Rio de Janeiro, traz um estande para matar a curiosidade de quem quer saber como foram os primórdios da computação. Logo na entrada, o público tem a oportunidade de ver algumas peças raras, integrantes do acervo do Museu do Computador. Entre as que mais chamam a atenção está o HD do B500 da Burrougs, do ano de 1964, com capacidade de apenas 100kb, espaço insuficiente para armazenar um simples arquivo de texto com mais de 15 páginas. Para formatá-lo era preciso dois dias e sua unidade de controle era do tamanho de um guarda-roupa.

Também na exposição está o CP500 (de 1982), um dos primeiros microcomputadores nacionais e que, na época de seu lançamento, teve relativo sucesso de vendas. O primeiro mouse (de 1964), criado por Douglas Eglebart, no Instituto de Pesquisa de Stanford, chama a atenção por ser todo feito de madeira.

Entre as outras peças à mostra estão o primeiro Macintoch (de 1984); o primeiro disquete (de 1971) com tamanho de oito polegadas, e a memória de Ferriti (de 1950), que armazenava apenas 1bit.

CONFIRA ALGUMAS IMAGENS

IBM de 1.3 Giga

Disco da IBM de 1.3 GB faz parte da exposição do Circuito de Informática e Tecnologia HD do B500 da Burrougs, de 1964, tinha capacidade de apenas 100kb, espaço insuficiente para armazenar um simples arquivo de texto com mais de 15 páginas.

Primeiro Macintoch de 1984

Primeiro Macintoch de 1984

O primeiro mouse, de 1964, criado por Douglas Eglebart, no Instituto de Pesquisa de Stanford, chama a atenção por ser todo feito de madeira

O primeiro mouse, de 1964, criado por Douglas Eglebart, no Instituto de Pesquisa de Stanford, chama a atenção por ser todo feito de madeira

 

CP500, de 1982, foi um dos primeiros microcomputadores nacionais e, na época, teve relativo sucesso de vendas

CP500, de 1982, foi um dos primeiros microcomputadores nacionais e, na época, teve relativo sucesso de vendas

 

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